Como funcionam os Juros rotativos – 4 dicas para não cair

Recentemente o governo apresentou algumas regras em relação aos juros rotativos do cartão. Através da mudança é possível garantir um alívio para o consumidor.

Isto pode facilitar quem paga o valor mínimo da fatura e acaba entrando na bola de neve dos juros (15% ao mês, ou 450% ao ano).

Desde o ano passado o rotativo pode ser usado no máximo por 30 dias. Após este período o prazo do cliente é quitar a fatura vencida acrescida dos juros do rotativo. Se não concordar o banco precisa oferecer uma alternativa, que pode ser parcelamento da dívida. Com isto não existe limite para usar a linha de crédito.

Crédito rotativo e juros

Atualmente quem não efetua o pagamento total da fatura, mas paga o mínimo deve ir para rotativo regular, com juros mais baixos. Com isto quem faz o pagamento menos que o mínimo (ou não paga), deve entrar rotativo não regular, de juros mais altos.

Os inadimplentes que pagaram menos que o mínimo ou não, pode receber multa das instituições. Neste caso, a quantia pode ser de 2%, paga uma única vez e juros de mora limitada a 1% ao mês.

Como expectativa, o governo deseja que o custo do cartão de crédito diminua pela metade. No entanto, para lidar com os juros rotativos trazemos algumas dicas. Fique ligado e acompanhe a seguir

Juros rotativo - Cartão

Juros rotativo – Cartão

4 Dicas para ficar livre dos juros rotativos

1 – Pague toda a fatura

O mais correto é manter as contas em dia e pagar toda a fatura do cartão. Fique atenta a data de vencimento, pois mesmo com as regras isto não foi alterado. Ao manter o pagamento em dia evita o pagamento de juros.

2 – Não concorde com primeira oferta

Este ponto é crucial para o consumidor, portanto, ele deve ficar em alerta. Depois de 30 dias no rotativo o banco pode escolher as alternativas para o cliente.

Além disso, o Banco Central não definiu qualquer regra sobre a taxa de juros ou número de prestações. De início, os juros são menos que o rotativo. A opção do banco às vezes nem sempre é a melhor escolha. O ideal é ver outras opções de empréstimo no banco e até mesmo em outras instituições.

3 – Empréstimo pessoal

Uma simulação apresentada pelo Guia Bolso mostrou que ao escolher o empréstimo pessoal para pagar a dívida do cartão, pode ser mais barato. Neste caso, a escolha é melhor do que fazer o parcelamento da dívida no cartão com o banco.

4 – Atenção ao usar cartão

Não existe uma regra a respeito do limite dos gastos do cartão. Na realidade isto deve ficar a critério de cada banco. Ou seja, é preciso restabelecer o limite original do cartão ou fazer um empréstimo alternativo.

Em todo caso, isto pode ser definido conforme o relacionamento do banco com cliente. Mas o consumidor deve ficar atento o quanto pode pagar e não pelo limite oferecido pelo banco. A ideia é saber usar o crédito para não se endividar.

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